Nossa obsessão por viajar e a síndrome de wanderlust

Por Thiago D'Alvia em 16/01/2020
Nossa obsessão por viajar e a síndrome de wanderlust

Você já teve a leve sensação de que precisava se mover para se sentir vivo?

Respirar novos ares pode fazer com que nos sintamos muito mais conectados com o mundo em vez de simplesmente ser uma peça inerte dentro dele.

A necessidade crucial de querer conhecer outros lugares, costumes e culturas provocou na história da humanidade o hábito de explorar o desconhecido, de nos movermos, nos criarmos, recriamos e sobrevivermos. Se não fosse essa vontade louca de ir em frente, o ser humano não teria alcançado lugares ou sequer teria feito descobertas de locais antes considerados intangíveis.

Décadas no ostracismo do movimento e o excesso de comodidade na atualidade insistem em fazer com que nos fixemos abruptamente num único lugar, porém a obsessão por viajar e explorar o mundo pertence a algo que só existe dentro de nós. Alguns de nós.

E são as pessoas com essa tal síndrome de wanderlust que sentem a real necessidade de viajar e conhecer novos lugares.

O termo wanderlust simplesmente une semanticamente os desejos e anseios às viagens, já que lust remete aos sentimentos citados e wandern aos objetos deste desejo, no caso as viagens.

A síndrome vai muito mais além do que viajar no final de semana e simplesmente voltar à rotina extenuante de trabalho.

Ser diagnosticado com esta síndrome significa saber que o destino e o luxo pouco importam, desde que você se mova! A curiosidade, a trilha e as experiencias são mais importantes que o final da viagem.

Ter essa síndrome significa ficar horas e horas do dia planejando as estratégias dos próximos roteiros. Com a internet, isso ficou ainda mais acessível – os diagnosticados surgem na rede aos milhares!

É estar com o passaporte sempre a postos – vai que surge uma viagem inesperada! Afinal, ter o passaporte em mãos, para quem tem essa prazerosa patologia, é muito mais importante que manter uma agenda de tarefas chatas no bolso.

Acredita-se que muitas destas pessoas ultra viajantes tenham um gene receptor de dopamina capaz de causar toda essa euforia por viagens: o gene DRD4-7r. O chamado gene do viajante!

Para os aficionados em desfrutar dos melhores destinos, a tripmood (www.tripmood.com.br) é o site ideal para encontrar o próximo destino da sua iminente viagem!

O importante é aproveitar ao máximo essa vida maravilhosa!

E você, acabou se definindo como portador da síndrome de wanderlust?

Comenta aí pra nós!

Comentários

  • Sim ! Já fiz alguns passeios bem bacanas e realmente não importava se existia companhia para sair de São Paulo, simplesmente eu queria ter aquela semana para "fugir" da loucura que é São Paulo !!! E quando voltava, sentia - como sensação mesmo - essa ideia de São Paulo ser bem abrupta e sem qualidade de vida...
    Araújo
    10/03/2020
  • Eu não me sinto assim, apesar de ter vontade de viajar.
    Osmar
    10/03/2020
  • Não sei se possuo esse gene em evidência para ser diagnosticado com a síndrome de wanderlust, mas conclui-se, através do texto, que viajar diz muito mais sobre nossos instintos do que um mero status social contemporâneo. O prazer, ao viajar, diz respeito a uma experiência inigualável, além de indiscutivelmente renovadora e inspiradora. E ainda existe o momento de partida que nos proporciona um sentimento único que é, simbolicamente, quando apertamos o botãozinho que nos faz desligarmos de nossas rotinas instantaneamente. Isso, por definitivo, não tem preço!
    Fabio
    10/03/2020
  • Bom não me sinto assim mais gostaria de viajar muito, mais ainda não é possível!!
    Alexandre
    13/03/2020
  • O que eu penso é como esta descrito: " a obsessão por viajar e explorar o mundo pertence a algo que só existe dentro de nós. Alguns de nós." Não conheço ninguem que tenha essa obsessão , conheço pessoas que gostam e se planejam com antecedência para viajar Se tivesse tais condições viajaria, acho que é um dinheiro muito bem gasto, porém sabemos que a pessoas que tem condições, mas não tem interesse.
    Vanessa
    13/03/2020
  • No tempo que vivemos hoje, nessa correria do dia a dia, onde mal temos tempo de usufruirmos momentos na própria casa com a própria família, viajar, principalmente com os nossos, de lazer esporatico, se torna quase que uma obrigação, isso se realmente valorizarmos e colocarmos em primeiro lugar quem mais amamos. Hoje felizmente temos meios e facilidades diversas se tratando de entretenimentos, o que nos falta mesmo é o tempo. Em janeiro passado tive o privilégio de passar 10 dias com minha amada em Caldas Novas, depois de 4 anos de confinamento rsrsrs. Confesso foi um renovo total em nossas vidas. Por isso decidimos que se tornará habitual nossas viagens, com ou sem síndrome.
    Wagner
    13/03/2020
  • Viajar não é SÓ bom! Quando chegamos a bagagem está cheia de roupas sujas, coisas que compramos, tudo revirado. As vezes o dia-a-dia corrido, nos faz deixar a mala desarrumada no canto do quarto e prorrogar a arrumação por dias. Mas a cada momento que tropeçamos no "obstáculo" ao meio do caminho, lembramos que ali não nos trouxe só a bagunça e as roupas a serem lavadas. Trouxer consigo, novas experiências, novas descobertas, novos lugares, pessoas, culturas e curiosidades que descobrimos ao viajar. Acho que tenho esse gene. Só basta ter uma oportunidade que minha mala arrumo com dias de antecedência para não esquecer de nada. E o trabalho da arrumação depois da viagem? Aaaaa, essa quando der... Vai que nesse meio do tempo aparece outra e eu poupo da arrumação, (rs). Então concluo... Viajar não é só bom, é ótimo!!! E ter um plataforma como essa para nos ajudar na hospedagem facilita mto! Parabéns pelo trabalho! Sucesso.
    Vanessa
    13/03/2020
  • Viajar faz bem. Ilustra e enriquece nossas vidas. O negócio é fazer as malas e bra passear.
    joão elísio
    13/03/2020
Aguarde..